quinta-feira, 12 de abril de 2012

DEP.FED. MENDONÇA PRADO RECEBE VISITA DO CABO DACIOLO

Amigos,

Recebi da Assessoria de Imprensa do incansável Parlamentar MENDONÇA PRADO/DEM/SE, o artigo abaixo:

Mendonça Prado recebe visita do Cabo Daciolo





Na tarde desta quarta-feira (11), o deputado federal Mendonça Prado (Democratas/SE), recebeu em seu gabinete em Brasília o principal líder do movimento dos bombeiros do Rio de Janeiro, Cabo Benevenuto Daciolo. Na oportunidade, conversaram sobre o atual modelo de polícia e bombeiros do Brasil e as perspectivas para o futuro através da modernização dos sistemas.
Em 2011, o parlamentar atuou ativamente na melhoria do setor de segurança pública do país, através do seu mandato como presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara dos Deputados. Em várias oportunidades, Mendonça Prado, uniu os policiais e bombeiros militares no Congresso Nacional em prol da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) n.º 300/2008 que trata do piso nacional dessas categorias.

Por Izys Moreira - Assessoria de Imprensa



Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS

terça-feira, 20 de março de 2012

"POR UM BRASIL MELHOR" - TEXTO DE REGINA DOLL

Amigos,

Vou transcrever um artigo escrito por minha amiga REGINA DOLL, sobre o ultimo escandalo envolvendo Licitações...

Ao mesmo tempo, quero professar minha admiração pelo Dr. EDMILSON MIGOWSKI , grande Epidemiologista brasileiro e Diretor do Hospital de Pediatria da UFRJ, que mais uma vez mostra a todos nós, a partir do momento em que propõe a matéria, que é um grande Cidadão Brasileiro, assumindo, assim,  todos os riscos que sabemos -  por certo -  sua integridade física corre. 

Dr. Migowski foi Pediatra de minha filha Camila quando era Oficial do CBMERJ, e foi incansável quando ela aos 19 anos, ficou 33 dias em coma, vindo a falecer, por circunstâncias não diagnosticadas.  Esse bravo Médico, já estando na RR do CBMERJ, e em férias, deu-me todo apoio possível.  Minha eterna gratidão e admiração ao maravilhoso Dr. EDMILSON MIGOWSKI, que coloco em foto abaixo:
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Dr. Migowski

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Então,  vamos agora,   ao lúcido artigo da amiga REGINA DOLL!


Por um Brasil melhor
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Como todos os brasileiros fiquei indignada com as cenas exibidas ontem nos telejornais, mostrando a desfaçatez de donos e gerentes de empresas que prestam serviços variados aos governos, federal, estadual e municipal. Inclusive a Locanty, que é a responsável pela coleta do lixo em Barra do Piraí, Valença e em nossa Conservatória.

É claro que a gente sabe, ao menos teoricamente, que a corrupção existe e em grau elevado - os homens não seriam diferentes, é uma pena – mas, sermos agredidos com a verdade nua e crua, às escâncaras, dita com todas as letras e com todas as cifras e, até com certa candura - é assim que as coisas são – foi chocante.

Pela filmagem exibida constata-se que a prática de propina é absolutamente institucionalizada e banal – acerta-se o valor percentual, o prazo do depósito e até de que modo será entregue a grana – dentro de caixas de uísque, vejam só!

Não há qualquer pudor em corromper um funcionário , membro de um hospital infantil que , supõem-se ,  deveria  zelar  pelos  interesses  da   entidade  e   pelos   cofres da res publica. Mas, o que se vê são homens e mulheres, de aparência medíocre, parecendo ter, inclusive, pouca instrução e nenhum traquejo, a negociar verbas vultosas em contratos milionário e fazendo suas propostas infames com um à vontade de estarrecer. Chegam até a mostrar um certo enfado quando inquiridos sobre os riscos de serem todos descobertos. Estão absolutamente tranqüilos de que não serão punidos, de que o sistema é assim mesmo e a prática de “molhar a mão” dos que detém o poder de decidir, (seja lá o que for da compra de um picolé até a instalação de um acelerador de partículas) é consagrada e ficarão todos impunes. Basta, apenas, acertar o valor da “caixinha” para que tudo dê certo! Todos felizes, com a graninha no bolso e vida que segue. Não importa a qualidade dos serviços, nem o superfaturamento dos preços. Só os 10, 20 ou mais por cento, garantindo a preferência deste ou daquele desonesto fornecedor. Há, inclusive, todo um know how tupiniquim, primário, de vencer licitações. Basta que as outras empresas envolvidas na concorrência e já avisadas da “treta”, fiquem caladinhas, pois, mais tarde, será a vez delas a se locupletarem no infame rodízio. “– É sem chance”, diz a loura cheinha que está propondo a falcatrua ao gerente de compras do hospital,” Nunca fomos descobertos é tranqüilo!”, afirma descaradamente a funcionária representante da empresa que está se candidatando a prestar o serviço necessário. É de estarrecer!

Apenas imagino esta prática lesiva permeando todos os contratos havidos, e ainda a haver, federais, estaduais, municipais e haja sangue a tirar da Viúva. E o que vai acontecer? - Nada, simplesmente, nada, querem apostar? 
Enquanto o assunto está “bombando”, vão afastar (eufemismo para “panos quentes”) um ou dois gerentes das empresas, dar uma sumida, esperar que a fraca memória nacional faça o que sempre faz: esqueça!
E, assim, entre 10 ou 20 por cento, La nave va...

Barra Piraí, 20/3/2012

Regina Doll
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Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS 

quarta-feira, 14 de março de 2012

"SILÊNCIO" - SARAMAR


Amigos,

Por vezes o silêncio diz tudo....  


SILÊNCIO
Saramar

Da saudade já disse
e da boca nua e fria
de desolação.
Adormeço as palavras na pele
na mudez de todo dia.
O silêncio espanta o sono
guardado no verbo insensato
de quem ama o desvario,
de quem planta o pranto.
Já mais não falo
meu silêncio agoniado
dói nos olhos da noite.
Insone sigo
olhando a dor por dentro.
 .

Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS

sexta-feira, 9 de março de 2012

BATATINHA....

Aos amigos,


"Batatinha quando nasce,
Espalha ramas pelo chão
Menininha quando dorme
Põe a mão no coração"


Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

VIDEO DE CAMILA FREITAS - 2001 - "PRÁ MATAR SAUDADES"

Amigos,
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Este vídeo abaixo é de 2001, ano em que Camila Debutou pelo CMRJ.  Como várias pessoas gostariam de matar saudades de Mimi ,  vendo-a em movimentos ou mesmo ouvindo sua voz , recortei 2 min de imagens que estão inseridas em uma filmagem do evento.

Resolvi fazer este recorte e postá-lo,  como agradecimento ao carinho recebido por tantos  amigos (CAMILA FEZ SUA PASSAGEM EM 02.02.2006),  e também para que minha nora Ana Carolina, possa ver Camila, uma vez que Carol não a conheceu.  Tenho um material vasto -  que um dia, quem sabe? - quando tiver coragem e equilíbrio, vou juntar e montar um vídeo clip!



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Este pequeno vídeo, é parte do que  foi filmado  na Casa Rosa do CMRJ, um dia antes do Baile de Debutantes.
Camila falou de improviso e naturalmente ficou nervosa... Mas, tal qual  como ela costumava dizer bem humorada: " Meu nome é Camila, não é "Bagunça" não! ", sorriu, jogou o cabelo para o lado e continuou... Bem adolescente!

Saudades da "Minha Flor de Maracujá" !

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Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

PENSAMENTO - O FALSO INIMIGO DOS TENENTES – www.defesanet.com.br

Amigos,

Recebi a indicação para leitura deste texto, contido no site Defesanet, www.defesanet.com.br  , que repasso abaixo, por considerar altamente apropriado para o momento em que vivemos.

Parabenizo o Cel Péricles da Cunha por expor um texto tão bem elaborado e desafiador, permitindo dessa maneira um certo  incômodo , que certamente nos leva a uma grande reflexão!

DEFESANET

O sempre atento e polêmico Cel Péricles da Cunha nos traz mais texto para análise e discussão.

Péricles da Cunha
Cel R1 Exército
periclesdacunha@uol.com.br

Podemos dizer que integramos a geração dos Tenentes de 64, daquela geração que foi forjada nos anos quentes da Guerra Fria.
E esta geração lembra muito a figura do capitão Giovanni Drogo, a figura central do excelente “O deserto dos tártaros”, de Dino Buzzati.  Desde que li esse livro, lá nos anos 80, é que vejo no capitão Drogo o retrato do Tenente de 64.
O livro, escrito antes da Segunda Guerra Mundial, conta a desventura do oficial Giovanni Drogo, o qual, aos vinte anos, é nomeado, em seu primeiro posto, para o forte Bastiani, que se ergue imponente e solitário às margens abandonadas do “deserto tártaro”.
Drogo, que espera ficar ali poucos meses, aguardando uma transferência, vê a vida transcorrer sem que sua razão de ser se realize: “transformar-se num soldado verdadeiro, conhecer a glória de participar de uma guerra que, tudo indica, não vai acontecer....".
No romance, o jovem tenente Giovanni Drogo, chega numa manhã de setembro ao seu primeiro posto militar: o Forte Bastiani, para o que deveria ser uma curta temporada de quatro meses e que termina sendo a história de uma vida frustrada. O jovem tenente Drogo, preso de uma angústia indefinível, quer voltar a sua cidade próxima, chegando mesmo a participar de uma ridícula audiência para transferência, sem êxito; porque há algo indefinível que o força a ficar. Drogo tinha um sonho, sim, mas nada fez de concreto para realizá-lo.
O sonho de um ideal de heroísmo militar, de uma carreira e uma vida inteira dedicada à caserna é dissipado com um dia-a-dia rotineiro – em meio à disciplina e as atividades do quartel – do refeitório ao jogo de cartas e de xadrez etc.
E a rotina no forte Bastiani o retém até que a velhice o capture, impotente para reagir ao inimigo real, de forma mais intensa e devastadora do que o invasor que chega: a vida que não se realiza.
O Deserto é o romance de um jovem oficial que passa a vida inteira, frustrado, numa fortaleza de fronteira, esperando o ataque de inimigos que talvez não existam. De um personagem em sua eterna vigília na fortaleza, à espera de um ataque que traga honra e glória.
Este livro, lido há mais de trinta anos, marcou-me muito e traços dele podem ser notados ao longo de tudo que escrevi sobre o papel que nós, militares, deveríamos assumir no pós-regime militar. Como disse um crítico: “O Deserto dos Tártaros é um livro para ou te fazer mudar de vida ou para abandonar essa, dada a profundidade do tema tratado”. Trata-se de uma aguda reflexão sobre a inutilidade do poder.
“Afinal, Buzzati nos conta um pouco da vida de todos nós. Você não tem a impressão que, às vezes, está esperando algo acontecer para mudar de vida? Que esse algo está ali, logo ali, virando a esquina, mas você nunca chega à esquina? E que, na verdade, você até sabe disso, mas não quer admitir, que você é o único responsável pelas mudanças?”, continua. Essa a grande lição deste magnífico livro: você é o único responsável pelas mudanças!
De uma crítica, das muitas que colecionei sobre o livro: “O final do livro emociona os que acompanham toda a vida de Drogo dedicada ao forte. De certa forma nos remete aos dias atuais em que muitos se dedicam obstinadamente a objetivos ilusórios, passam sua juventude lutando por um sonho e deixam de viver a vida verdadeiramente. Depois da leitura podemos nos questionar: o que ando fazendo da minha? Pelo quê ando lutando? Em pleno século XXI, se ainda não temos respostas, pelo menos conseguir formular mais claramente nossas perguntas...”.
Assim como Drogo, o jovem Tenente de 64, tinha um sonho bem expresso por um do integrantes desta geração, na sua despedida do serviço ativo, como oficial general: “A formação da minha geração foi pautada pela constante preparação para o combate. Víamos a possibilidade de emprego assim que saíssemos da Academia”.
Uma espécie de vaidade militar, misturada ao desejo de uma carreira heróica, e ao fascínio impressionante pelas “terras do Norte”, pelo deserto dos Tártaros - selvagem e desolado – molda uma espécie de areia movediça em que o personagem se afunda, lenta e progressivamente, até ao final nada heróico. Tudo conspira para que Drogo fique de olho voltado para o deserto, de onde pode partir o fato que mudará sua vida.
O fascínio impressionante pelas “terras do Norte”, um fascínio pelas guerras dos outros cujos inimigos e cenários eram e são bem diferentes dos nossos. “Testemunha ocular do planejamento estratégico militar dos EUA, antes e depois do 11 Set 2001. Vi um fantástico estado de prontidão para a guerra”, relembra o general sobre a sua primeira missão nos USA.
Eu tentei fazer com que não nos transformássemos em uma fábrica de Drogos. Um desperdício. Uma geração perdida.
Em 1991, fui convidado para fazer uma conferência na IX Conferência Continental da Associação Americana de Juristas, precursor do Fórum Social Mundial: coronel recém punido por entrevista no JB, achavam que estaria ali uma oportunidade para “bater nos milicos”.
Defendi um novo papel, ajustado às nossas demandas e recursos. Mostrei que não tínhamos os bilhões que o Saddam Hussein havia gastado para montar um exército que acabava de ser triturado na Guerra do Golfo, mas que nada nos impedia de sermos astutos.
Aquela poderosa máquina de guerra dos Estados Unidos dependia da opinião pública americana, dependia dos contribuintes para se mover. Bastaria que não déssemos razões para que fincassem o pé em nossas imensas riquezas minerais, escasseadas com as incertezas do desmanche da URSS.
Meio ambiente, índios e narcotráfico, três razões que poderiam sensibilizar os contribuintes americanos a autorizar aventuras em nosso território. Bastavam políticas inteligentes nessas três áreas.
O resto seria se dedicar ao nosso grande inimigo: a miséria. Evitar que se transformasse em combustível para agitação social e para o surgimento desses que aí estão. Em vez de armamentos modernos, preconizava o emprego da política do “forte apache”, da idéia dos pólos do general Rodrigo Otávio, da ocupação dos bolsões de miséria. Lembro-me que quase fui linchado na tal conferência. Chegaram à conclusão de que eu estava sugerindo abortar movimentos como o dos sem-terra. Acabar com as razões que as ONGs alardeavam pelo mundo para pressionar pela demarcação de reservas indígenas.  Acabar com a massa de manobra que a Esquerda disputava com traficantes nas favelas.
Desnecessário provar que teríamos feito uma revolução, a revolução que não fizemos nas décadas anteriores. Teriam, os Tenentes de 64, feito a revolução silenciosa que os Tenentes de 22 não conseguiram.
Por tudo isso, entristeço-me quando vejo que estamos envelhecendo sem ter, pelo menos, encaminhado a construção daquele Brasil dos nossos sonhos de cadetes.
Lamento ver um potencial, como o desta geração de Tenentes de 64, ser desperdiçado na “eterna vigília na fortaleza, à espera de um ataque que traga honra e glória”. Focada no inimigo errado.
No fundo, fica aquela frase do crítico citado lá no início, a tocar a consciência de todos nós: “E que, na verdade, você até sabe disso, mas não quer admitir, que você é o único responsável pelas mudanças”. Mudanças que não passam por combater comunistas, mas corruptos que, da mesma forma, querem assaltar o Estado, mas para se locupletarem.
No fundo o que este texto deixa é que tanto os Tenentes de 64 como o tenente Drogo desperdiçaram suas vidas porque não souberam mudar de inimigos como aconselhava Roberto Campos (in, “Reflexos do Crepúsculo”); “Saber mudar de inimigos é não só uma receita de sobrevivência como, às vezes, uma receita de sucesso”.

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Abraço fraterno,

CHRISTINA ANTUNES FREITAS

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

“TENHO VERGONHA DO MEU SALÁRIO” – PMERJ e CBMERJ

Amigos,

Recebi emai,  com a cópia de um  contra cheque de  Soldado da PM do Distrito Federal, conforme abaixo, que posto aqui no Blog juntamente com um cartaz que creio, seja altamente apropriado, para o estado de penúria salarial em que as duas Corporações  - PMERJ e CBMERJ -  se encontram atualmente.

É vergonhoso saber que o nosso Executivo Estadual, tem um enorme desprezo pelas duas Corporações…

Então abaixo:

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Abraço fraterno,

CHRISTINA ANTUNES FREITAS