Espalha ramas pelo chão
Menininha quando dorme
Põe a mão no coração"
Sempre que defendo direitos, faço por convicção e por respeito aos códigos de conduta passados por minha ascendência.
Amigos,
Recebi a indicação para leitura deste texto, contido no site Defesanet, www.defesanet.com.br , que repasso abaixo, por considerar altamente apropriado para o momento em que vivemos.
Parabenizo o Cel Péricles da Cunha por expor um texto tão bem elaborado e desafiador, permitindo dessa maneira um certo incômodo , que certamente nos leva a uma grande reflexão!
DEFESANET
O sempre atento e polêmico Cel Péricles da Cunha nos traz mais texto para análise e discussão.
Péricles da Cunha
Cel R1 Exército
periclesdacunha@uol.com.br
Podemos dizer que integramos a geração dos Tenentes de 64, daquela geração que foi forjada nos anos quentes da Guerra Fria.
E esta geração lembra muito a figura do capitão Giovanni Drogo, a figura central do excelente “O deserto dos tártaros”, de Dino Buzzati. Desde que li esse livro, lá nos anos 80, é que vejo no capitão Drogo o retrato do Tenente de 64.
O livro, escrito antes da Segunda Guerra Mundial, conta a desventura do oficial Giovanni Drogo, o qual, aos vinte anos, é nomeado, em seu primeiro posto, para o forte Bastiani, que se ergue imponente e solitário às margens abandonadas do “deserto tártaro”.
Drogo, que espera ficar ali poucos meses, aguardando uma transferência, vê a vida transcorrer sem que sua razão de ser se realize: “transformar-se num soldado verdadeiro, conhecer a glória de participar de uma guerra que, tudo indica, não vai acontecer....".
No romance, o jovem tenente Giovanni Drogo, chega numa manhã de setembro ao seu primeiro posto militar: o Forte Bastiani, para o que deveria ser uma curta temporada de quatro meses e que termina sendo a história de uma vida frustrada. O jovem tenente Drogo, preso de uma angústia indefinível, quer voltar a sua cidade próxima, chegando mesmo a participar de uma ridícula audiência para transferência, sem êxito; porque há algo indefinível que o força a ficar. Drogo tinha um sonho, sim, mas nada fez de concreto para realizá-lo.
O sonho de um ideal de heroísmo militar, de uma carreira e uma vida inteira dedicada à caserna é dissipado com um dia-a-dia rotineiro – em meio à disciplina e as atividades do quartel – do refeitório ao jogo de cartas e de xadrez etc.
E a rotina no forte Bastiani o retém até que a velhice o capture, impotente para reagir ao inimigo real, de forma mais intensa e devastadora do que o invasor que chega: a vida que não se realiza.
O Deserto é o romance de um jovem oficial que passa a vida inteira, frustrado, numa fortaleza de fronteira, esperando o ataque de inimigos que talvez não existam. De um personagem em sua eterna vigília na fortaleza, à espera de um ataque que traga honra e glória.
Este livro, lido há mais de trinta anos, marcou-me muito e traços dele podem ser notados ao longo de tudo que escrevi sobre o papel que nós, militares, deveríamos assumir no pós-regime militar. Como disse um crítico: “O Deserto dos Tártaros é um livro para ou te fazer mudar de vida ou para abandonar essa, dada a profundidade do tema tratado”. Trata-se de uma aguda reflexão sobre a inutilidade do poder.
“Afinal, Buzzati nos conta um pouco da vida de todos nós. Você não tem a impressão que, às vezes, está esperando algo acontecer para mudar de vida? Que esse algo está ali, logo ali, virando a esquina, mas você nunca chega à esquina? E que, na verdade, você até sabe disso, mas não quer admitir, que você é o único responsável pelas mudanças?”, continua. Essa a grande lição deste magnífico livro: você é o único responsável pelas mudanças!
De uma crítica, das muitas que colecionei sobre o livro: “O final do livro emociona os que acompanham toda a vida de Drogo dedicada ao forte. De certa forma nos remete aos dias atuais em que muitos se dedicam obstinadamente a objetivos ilusórios, passam sua juventude lutando por um sonho e deixam de viver a vida verdadeiramente. Depois da leitura podemos nos questionar: o que ando fazendo da minha? Pelo quê ando lutando? Em pleno século XXI, se ainda não temos respostas, pelo menos conseguir formular mais claramente nossas perguntas...”.
Assim como Drogo, o jovem Tenente de 64, tinha um sonho bem expresso por um do integrantes desta geração, na sua despedida do serviço ativo, como oficial general: “A formação da minha geração foi pautada pela constante preparação para o combate. Víamos a possibilidade de emprego assim que saíssemos da Academia”.
Uma espécie de vaidade militar, misturada ao desejo de uma carreira heróica, e ao fascínio impressionante pelas “terras do Norte”, pelo deserto dos Tártaros - selvagem e desolado – molda uma espécie de areia movediça em que o personagem se afunda, lenta e progressivamente, até ao final nada heróico. Tudo conspira para que Drogo fique de olho voltado para o deserto, de onde pode partir o fato que mudará sua vida.
O fascínio impressionante pelas “terras do Norte”, um fascínio pelas guerras dos outros cujos inimigos e cenários eram e são bem diferentes dos nossos. “Testemunha ocular do planejamento estratégico militar dos EUA, antes e depois do 11 Set 2001. Vi um fantástico estado de prontidão para a guerra”, relembra o general sobre a sua primeira missão nos USA.
Eu tentei fazer com que não nos transformássemos em uma fábrica de Drogos. Um desperdício. Uma geração perdida.
Em 1991, fui convidado para fazer uma conferência na IX Conferência Continental da Associação Americana de Juristas, precursor do Fórum Social Mundial: coronel recém punido por entrevista no JB, achavam que estaria ali uma oportunidade para “bater nos milicos”.
Defendi um novo papel, ajustado às nossas demandas e recursos. Mostrei que não tínhamos os bilhões que o Saddam Hussein havia gastado para montar um exército que acabava de ser triturado na Guerra do Golfo, mas que nada nos impedia de sermos astutos.
Aquela poderosa máquina de guerra dos Estados Unidos dependia da opinião pública americana, dependia dos contribuintes para se mover. Bastaria que não déssemos razões para que fincassem o pé em nossas imensas riquezas minerais, escasseadas com as incertezas do desmanche da URSS.
Meio ambiente, índios e narcotráfico, três razões que poderiam sensibilizar os contribuintes americanos a autorizar aventuras em nosso território. Bastavam políticas inteligentes nessas três áreas.
O resto seria se dedicar ao nosso grande inimigo: a miséria. Evitar que se transformasse em combustível para agitação social e para o surgimento desses que aí estão. Em vez de armamentos modernos, preconizava o emprego da política do “forte apache”, da idéia dos pólos do general Rodrigo Otávio, da ocupação dos bolsões de miséria. Lembro-me que quase fui linchado na tal conferência. Chegaram à conclusão de que eu estava sugerindo abortar movimentos como o dos sem-terra. Acabar com as razões que as ONGs alardeavam pelo mundo para pressionar pela demarcação de reservas indígenas. Acabar com a massa de manobra que a Esquerda disputava com traficantes nas favelas.
Desnecessário provar que teríamos feito uma revolução, a revolução que não fizemos nas décadas anteriores. Teriam, os Tenentes de 64, feito a revolução silenciosa que os Tenentes de 22 não conseguiram.
Por tudo isso, entristeço-me quando vejo que estamos envelhecendo sem ter, pelo menos, encaminhado a construção daquele Brasil dos nossos sonhos de cadetes.
Lamento ver um potencial, como o desta geração de Tenentes de 64, ser desperdiçado na “eterna vigília na fortaleza, à espera de um ataque que traga honra e glória”. Focada no inimigo errado.
No fundo, fica aquela frase do crítico citado lá no início, a tocar a consciência de todos nós: “E que, na verdade, você até sabe disso, mas não quer admitir, que você é o único responsável pelas mudanças”. Mudanças que não passam por combater comunistas, mas corruptos que, da mesma forma, querem assaltar o Estado, mas para se locupletarem.
No fundo o que este texto deixa é que tanto os Tenentes de 64 como o tenente Drogo desperdiçaram suas vidas porque não souberam mudar de inimigos como aconselhava Roberto Campos (in, “Reflexos do Crepúsculo”); “Saber mudar de inimigos é não só uma receita de sobrevivência como, às vezes, uma receita de sucesso”.
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Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS
Amigos,
Recebi emai, com a cópia de um contra cheque de Soldado da PM do Distrito Federal, conforme abaixo, que posto aqui no Blog juntamente com um cartaz que creio, seja altamente apropriado, para o estado de penúria salarial em que as duas Corporações - PMERJ e CBMERJ - se encontram atualmente.
É vergonhoso saber que o nosso Executivo Estadual, tem um enorme desprezo pelas duas Corporações…
Então abaixo:
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Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS
Amigos,
Repasso, bastante indignada, email que recebi de meu amigo ROMEU FERREIRA, conforme abaixo:
MATANÇA EM CONSERVATÓRIA
Conservatória é uma pacata cidadezinha, localizada num dos distritos de Valença e incrustada nas serras do Sul fluminense. Sua notoriedade foi alcançada, há alguns anos, pelo valor que concede à boa música brasileira, representada pelos seresteiros que percorrem nossas ruas, espalhando os sons de valsas, canções, choros e sambas.
Foi e é a serenata, há muito tempo organizada pelos irmãos Freitas, que provocou esse "boom" musical em Conservatória. Na sua esteira, frutificaram a Serenoite, a Solarata, os chorinhos dos sábados, além de outros eventos, como a Noite da Bossa Nova, a Noite do Chorinho, a Noite da Valsa, o Encontro de Seresteiros, o Festival Sílvio Caldas, o Encontro de Corais, etc.
Para ver e ouvir tais preciosidades, milhares de turistas comparecem e deleitam-se com as músicas pouco ouvidas em outros lugares.
Conservatória também se caracteriza pelos nossos cães de rua. Vira-latas balançam os rabos e lançam seus lânguidos olhares para os turistas, na ânsia de conseguir um agrado, um - nem que seja - leve afago.
Mas, infelizmente, a barbárie de outros centros já chegou por aqui.
Na noite de 09 de dezembro de 2011, sexta-feira, tomei conhecimento que um determinado grupo estava se articulando para, na madrugada de domingo para segunda-feira, aproveitando-se da ausência dos turistas e do sono dos inocentes, recolher nossos cães de rua e levá-los para um determinado local onde, depois de 45 dias e ao custo de R$ 6 mil, seriam devidamente exterminados.
Confiando que a melhor tática dos "cachorreiros" (os que amam os animais) seria a de mostrar que já sabíamos do nefasto plano e, com isso, poderíamos inibir a ação, falamos com muitos de nossos amigos da cidade. Alguns seresteiros queixaram-se dos cães e afirmaram, peremptoriamente, que eles estavam "atrapalhando" a serenata. Entretanto, ressalvaram que, apesar de serem favoráveis ao recolhimento, não concordavam com o extermínio.
Avisamos a PM, que desenvolveu uma ronda noturna mais apurada.
A tática deu certo e nada ocorreu naquela noite.
Enviamos um e-mail para a prefeitura de Valença que, pronta e eficazmente, enviou pessoas para Conservatória, onde foram realizadas duas reuniões sobre o assunto. Os "cachorreiros" realizaram uma passeata na tarde de 17 de dezembro, sábado.
Planejou-se, inclusive com o aval de diversos seresteiros, a construção de um canil, para abrigo seguro e racional dos nossos cães.
Mas, tudo mudou nesta madrugada, de 20 para 21 de dezembro.
Monstros jogaram bolinhos de carne envenenada com chumbinho nas ruas de Conservatória. Dois cães já foram encontrados mortos (para quem não sabe, o chumbinho mata sob infinita agonia). Um deles foi a Bailarina, a mesma que dançou com uma de nossas cantoras na última Noite da Valsa. Coitada, da alegria da valsa à morte sob tortura.
Entretanto, para a polícia poder agir, ela precisa de denúncias e de nomes. Quem está vendendo/comprando o ilegal chumbinho? Quem está fazendo e distribuindo os bolinhos envenenados?
Esperamos que todos reflitam e se conscientizem da monstruosidade realizada. Este Natal será mais triste para todos nós. Teremos em nossa mente o triste olhar do vira-lata morrendo em agonia e, se pudesse, diria: POR QUÊ?
"Se um cão não vem até você depois de olhá-lo na cara, é melhor ir para casa e examinar sua consciência" (Woodrow Wilson).
Conservatória, 21 de dezembro de 2011
Romeu Ferreira
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Romeu Ferreira, é um árduo defensor de nossos cães, que já foram motivo de muita briga – minha - em Conservatória.
Certa vez uma cadela apareceu cheia de “berne” e “bicheira” e resolvi cuidar dela, que ficou totalmente curada, porém engravidou (hoje já está operada). Todos os dias ela e mais uns três ou quatro cães iam até minha porta para receber ração, água e algum cuidado quando precisavam.
São cães (no meu caso), que estão acostumado a correr pelos campos, a caçar pela noite, tanto que uma vez tive junto a Geraldo, a nefasta experiência de ter que retirar na base do alicate (ferramenta), espinhos que estavam em todo o focinho e gengivas desta cadela, pois a mesma, acredito, deve ter se metido a caçar algum ouriço… Mas voltemos a gravidez da Pretinha que é mais conhecida por Meg.
Quando a mesma pariu seus filhotes em uma noite fria, foi arrastando até minha casa e me chamou para eu ver a “toca” com seus bebês… Coloquei água para ela, ração, e os dias foram passando…
Sabia que eu era bastante antipatizada por acolher a cadela e os filhotes, mas – imaginem – em um local em que as BOSTAS de vacas e bois diariamente enfeitavam o que chamavam de Condomínio, não podia imaginar que a fúria e prepotencia de certas pessoas, chegam ao limite da loucura.
Um dia vi Pretinha caída babando, e tratei de socorre-la com o 0800 de uma amiga Veterinária de Ipiabas… Graças a Deus, encontrei também pessoas de boa vontade, pois Pretinha havia sido envenenada e não poderia amamentar seus filhotes. As moças que trabalhavam em uma Pousada perto de mim, ficaram com Pretinha e eu com os oito filhotes, à princípio amamentando-os com conta gotas e depois evoluindo para muito leite doado pelo leiteiro que passava à minha porta.
Depois de algum tempo, Pretinha já estava bem. Coloquei uma casinha (bonitinha) junto ao meu portão pois estávamos em pleno inverno, e desta forma mãe e filhotes ficariam agasalhados. É bom lembrar que os cães criados nos pastos, não ficam dentro de nossa casa depois de grandes: eles querem liberdade… Quando chega certa hora da madrugada, dormem uns sobre os outros em portas onde sabem que serão bem tratados.
Um dia pela manhã encontro um bilhete anônimo na casinha dos cães, falando que a mesma estava enfeiando o Condomínio, e que eu retirasse casa e cães imediatamente dali…
Costumo ser uma pessoa equilibrada, mas ante tando destempero e maluquice, tive que fazer uma carta bastante mal educada para todas as casas (afinal o bilhete era anônimo): carta esta que fiz questão de anexar cópia do bilhete recebido, avisando a todos que estava configurada uma ameaça, e que levaria o caso adiante.
Bem, recebi flores em casa (com pedido de desculpas), mas deixei bem claro que Pretinha e seus filhotes não podiam ter nem diarréia, pois todos seriam suspeitos. Ah! Falei sobre o fato das BOSTAS serem enfeite diário Condomínio, pois ali dentro, boiadas passavam pelo menos duas vezes ao dia, e argui se isto fazia parte de algum projeto paisagístico.
Uma senhora do lugar parece que prefere ver o diabo a me ver, pois para o desespero da mesma, voltei a morar frente ao Condomínio onde estava na ocasião do envenenamento. Ah! Os cães continuam frequentando meu portão!
Espero que a Comunidade pacífica de Conservatória nos ajude a juntar provas contra estes que estão promovendo a matança dos cães. Talvez não seja fácil, mas se o cara que estiver envenenando os animais, tomar uma boa porrada enquando nossos Policiais do DPO não chegam, já é grande coisa.
Ai,ai, ai… Porrada não! Segurem o meliante com um mata leão! Aff!
Será que alguém sabe onde vende o tal chumbinho na região??? Seria uma pista!
ROMEU FERREIRA é uma pessoa idônea, um Oficial EB, que com toda certeza do mundo, garantirá o anonimato, caso alguém saiba de alguma coisa, e queira passar a ele, que terá condições de averiguar a veracidade da informação.
Depois do Natal estarei em Conservatória, e caso alguém queira falar comigo, estou à disposição.
Espero encontrar Pretinha, Bebê, Bonitinho e todos meus amiguinhos caninos ao chegar. Caso não os encontre, podem apostar: vou atrás desse prejuizo!
Ah! Sorriam para mim… Quando mais cara feia, mais eu desconfio!
P.S.: ONDE ESTÁ O SUB PREFEITO? NÃO TERIA NADA A DIZER???
Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS
Amigos,
Tenho, de algum tempo para cá, preferido não escrever no Blog sobre o noticiário que envolve a PMERJ ou CBMERJ, pois como minha net parece ser “à lenha” (de tão vagarosa que é), muitas notícias quando me dou conta, já passaram pelo choque inicial: então acho que não vale à pena escrever sobre o acontecido. Mas, hoje de manhã vi pela televisão que haviam descarregado 2600 latas de cervejas no BEP (Batalhão Prisional da PMERJ). Fiquei pasma , porém, ao mesmo tempo com um certo sentimento de idiotia… O que os noticiários nos passam será a verdade, ou simplesmente criou-se um fato?
Caramba! Ou temos grandes burros neste BEP, ou grandes espertos por aí - querendo a qualquer custo - jogar a pá de cal na PMERJ!
Vamos tentar raciocinar como um “acautelado” Militar, e ao mesmo tempo como um Oficial de Dia de tal Batalhão.
- Será que depois dos problemas das “escutas telefônicas” feitas dentro do BEP com o vazamento de uma série de irregularidades, como festas, etc. ;
- onde praticamente ninguém querer ser Comandante de tal Unidade ;
- e , juntamente com o fato da PMERJ - na pessoa de seu atual Comandante Geral - estar promovendo “visitas incertas” (publicado pelo Jornal Extra) aos Batalhões, e desta forma haver encontrado um Sub Oficial tomando cerveja em serviço, e com bastante propriedade ter dado voz de prisão ao mesmo;
- então, seriam estes “acautelados” do BEP , juntamente com o Tenente Oficial de Dia - tão “antas” - a ponto de descarregar 2600 latas de cervejas no Batalhão?
Não parece estranho??? Será que eles não sabiam que o BEP (como talvez todos os Batalhões) depois do episódio da morte da Juiza, está sendo vigiado e/ou monitorado ? Sem dúvida, acredito que a vigilância fosse realizada antes, mas creio que hoje - devido aos fatos alardeados pela mídia - deva acontecer com mais rigor…
CERVEJINHA RUIM DE ENGOLIR… Ou, como meus filhos sempre diziam para mim: “Este é o Mundo Encantado da Dna Christina” , pois achavam que eu era boba ao acreditar em algumas coisas… Neste caso (continuo com meu Mundo Encantado) ainda estou achando o fato: estória para entrar na história. Ou seria o contrário? Aff!
Não acredito – tenham certeza - que todos os acautelados no BEP sejam “bandidos”. Podem baixar o porrete em mim: mas não creio nessa máxima, até porque a maioria não foi julgada e sentenciada. Se houver algum condenado lá dentro, é falha do Sistema. Tenho clareza em perceber, de que lá não estão Anjos, até porque, quando a PMERJ promove seus concursos não vai até o Céu recrutar ninguém: todos que lá estão são oriundos de nossa sociedade, que tantas vezes corrompe, cheira cocaína, fuma baseado prá relaxar , promove evasão de divisas , carrega dinheiro dentro de cuecas, e outras maracutaias mais…
Também não acredito em tamanha burrice cervejeira: tem caroço debaixo desse angu!
Se estiver errada, dou a mão à palmatória… Mas, como saberei? Aff!!!
Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS